Como vocês podem ver, Call of Duty Rio alcançou uma exposição incrível mesmo sem recursos, principalmente devido à altíssima qualidade atingida pela primeira vez no Brasil. Mas a Activision, em vez de abraçar a ideia e usá-la para promover os próximos títulos da série Call of Duty no país, preferiu fazer absolutamente tudo, por mais sujo que fosse, para impedir que o sucesso chegasse ao grande público.
Por se tratar de um mod oficial, eles não podiam simplesmente removê-lo, então pressionaram os principais veículos de comunicação, incluindo todos os principais sites de jogos e os maiores YouTubers e Streamers do país, para que nunca mencionassem o projeto. E aqueles que insistiram foram ameaçados de represálias.
Mas isso foi só o começo. Eles começaram a procurar YouTubers/Streamers menores que já haviam feito algo sobre o projeto e a oferecer contratos com cláusulas explícitas para que não falassem mais sobre Call of Duty Rio caso aceitassem.
Nós mantínhamos os domínios www.CallofDutyRio.com.br e www.CODRio.com.br desde o início do projeto em 2012. Atacaram nosso host, um pequeno host Americano, ameaçando derrubar tudo se não removerem nossos domínios, alegando que estávamos nos passando por eles para enganar os clientes. Que clientes? Que enganação? Sempre fomos BEM claros desde nosso primeiro site sobre tudo. Além do que tem aos milhões sites com “Call of Duty” ou “COD” não afiliados a eles online, muitos até com coisas ilegais como pirataria, venda de contas hackeadas e até cheats, mas o problema era o nosso mod brasileiro que sempre seguiu as regras impostas por eles mesmos.
Moveram uma ação extrajudicial contra o Freddy Hajas exigindo que “Call of Duty” seja removido de tudo, sites e redes sociais, mas no mod tem que continuar (oi?), mas é algo que vai contra o que diz a licença sob qual o Call of Duty Rio foi licenciado, que não só deixa como EXIGE que usamos o nome “Call of Duty”, e façamos SEMPRE referência a ele quando o mod for mencionado em qualquer meio. Obviamente por dois motivos principais: os mencionando eles vendem mais o jogo, e claro, para se jogar o Call of Duty Rio todos os jogadores precisam ter o Call of Duty 4 Modern Warfare. Após um tempo de análises decidimos seguir em frente apesar das ameaças completamente absurdas e infundadas.
Eles ameaçaram não comparecer à Brasil Game Show 2022, a maior feira de jogos da América Latina, caso Call of Duty Rio fosse apresentado, exigindo a todo custo que o jogo jamais estivesse presente. Após garantirem que Call of Duty Rio fosse excluído da BGS através de ameaças pesadas e explícitas aos organizadores do evento, em retaliação à insistência deles, cancelaram a participação da Activision no último minuto e não retornaram ao evento desde então.
A Activision aumentou excessivamente os preços de Call of Duty 4 no Steam do Brasil para dificultar o acesso de novos jogadores brasileiros. O preço subiu de R$ 17,14 para R$ 109,90 em menos de 5 anos. Este é, de longe, o maior aumento em todo mundo, 19,63% superior ao do segundo colocado, a China. O preço hoje cobrado no Brasil é mais caro que o cobrado nos Estados Unidos, enquanto praticamente TODOS os jogos da Steam é ao contrário, inclusive os demais Call of Duty. Com o preço tão alto, uma parte dos jogadores preferiam gastar em um jogo mais moderno, muitas vezes bem mais barato que o valor absurdo cobrado por um jogo de 2007. A pirataria disparou, não foi muito inteligente esta tática.
Eles derrubaram as redes do Call of Duty Rio, novamente através de ameaças mentirosas sobre o trabalho, se aproveitando do corporativismo entre META e Activision, que acatou sem sequer ouvir o outro lado. Destruíram uma parceria firmada com a Amazon AWS para hospedar os servidores do jogo e, talvez a ação mais desesperada de todas, lançaram não apenas um, mas 3 mapas ambientados no Rio de Janeiro em Modern Warfare 3 (2023), apesar do jogo não se passar no Rio, e sequer se passar no Brasil. MW3 se tornou o único Call of Duty da história a ter não um, mas três mapas multiplayer que não se passam em locais da campanha, e quem diria, todos os 3 ambientados no Rio. Tudo isso em mais uma tentativa de suprimir e sabotar o Call of Duty Rio.
Infelizmente, quem tinha mais dinheiro ganhou, embora tenhamos vencido todos os processos judiciais, todos acabaram com multas ridículas para eles. E esses foram apenas alguns exemplos do que aconteceu nos bastidores e continua acontecendo até hoje. É uma vergonha essa postura, ainda mais vindo de uma empresa tão grande e importante no mercado.
Mas por que tanta absurda e doentia atenção da Activision em sabotar este projeto mesmo tendo outros projetos realmente nocivos online sem sofrer absolutamente nada? Alguns deles até ilegais, como o famoso Plutonium, que continua online há anos promovendo a pirataria de diversos de seus jogos com servidores próprios tranquilamente.
Na verdade o projeto em si nunca foi o alvo da Activision, pois ele jamais sofreu diretamente algum ataque, visto que ele é 100% legal. Tudo que foi feito foi apenas para que o Call of Duty Rio seja o menos divulgado possível, e assim seu criador não consiga uma exposição relevante. O verdadeiro motivo foi por que o Freddy estava já em conversas avançadas com eles pelos direitos de tudo que criou no Call of Duty Frontlines, seu também premiado projeto anterior, que eles copiaram inúmeras coisas, e continuam copiando e lançando com outros nomes como se fossem trabalhos deles, sem sequer creditar o verdadeiro autor. Isso acontece desde 2008 em absolutamente todos os títulos da série.
Aqui é exposto a ponta do iceberg desta história:
Eles além de manter uma equipe grande para copiar o trabalho de um único cara que criou tudo isso em seu tempo livre de graça, desde então também mantém outra equipe para persegui-lo e fazer de tudo para que a verdade jamais seja exposta. Fora toda a equipe que se dedicou a fazer 3 mapas multiplayer no Rio com assets que não se assemelham em quase nada com o Rio, sem entender por que estavam cometendo esta atrocidade.
A verdade sombria por trás é que exatamente no momento em que todas nossas redes estavam offline devido seu ataque covarde e mentiroso, somando ao altíssimo impulsionamento em toda internet do novo jogo da franquia, ao se buscar “Call of Duty Rio” online, os resultados vinham por páginas e páginas apenas artigos, vídeos, imagens, etc sobre o novo mapa do Call of Duty que se chamava “Rio”. E quando nossas páginas voltaram quase um ano depois, quando terminaram os processos, estávamos com milhares de seguidores a menos e com um alcance ínfimo, que até hoje, nunca se recuperaram do ataque.

